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Adquirentes, SubAdquirentes e Gateways

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Esse é um post para explicar as principais diferenças entre os Adquirentes, SubAdquirentes e Gateways no Brasil. A demanda por tirar dúvidas sobre cada uma das características básicas entre as três categorias é grande aqui na VINDI. Por isso decidimos ajudar a tirar as principais dúvidas sobre Adquirentes, SubAdquirentes e Gateways de forma simples. Logo abaixo preparamos um infográfico com os fluxos ilustrados sobre cada um dos 3, para facilitar o entendimento. Boa Leitura!

infografico-gateway

ADQUIRENTES

As Adquirentes fazem a liquidação financeira das transações através de cartão de crédito e cartão de débito. As Adquirentes exercem uma influência muito grande no mercado de meios de pagamentos no Brasil. As adquirentes REDE, CIELO, ELAVON, GETNET entre outras, são responsáveis pela comunicação com as bandeiras (Visa, Mastercard, Amex, Diners) e bancos emissores (Itau, Bradesco, Citibank, Santander e etc).

FLUXOGRAMA DO PROCESSO

CLIENTE ==> LOJAS ==> ADQUIRENTES ==> BANCOS EMISSORES/BANDEIRAS 

As lojas podem usar os adquirentes diretamente ou através de um gateway. Nessa modalidade, a cobrança pelo serviço é feita por porcentagem na venda. E os créditos da venda são enviados diretamente na conta do lojista.

Principais Adquirentes no Brasil: Rede (ex-Redecard), Cielo, Elavon, GetNet.

GATEWAYS

O Gateway é responsável pela solução que processa o pagamento online. Em outras palavras o gateway faz o pagamento no momento do checkout das lojas. A transação do pagamento e de informações é a principal responsabilidade do gateway. O gateway por meio de formato de software, processa essas informações através de cartão de crédito, boleto, débito em conta corrente e também com subaquirentes.

FLUXOGRAMA DO PROCESSO

CLIENTE ==> LOJA ==> GATEWAYS ==> ADQUIRENTES ==> BANCO EMISSORES/BANDEIRAS

Importante saber que um gateway não funciona sem se comunicar com um Adquirente (REDE, CIELO, ELAVON, GETNET e etc). A grande vantagem na utilização de um gateway é a integração “transparente” nas lojas virtuais, cobranças recorrentes entre outras funções, possibilitando a homologação em qualquer infra-estrutura web. A venda no caso dos gateways é direcionada diretamente na conta corrente do lojista. Outra diferença desse tipo de meio é a cobrança pelo serviço. Diferente dos adquirentes e subadquirentes que cobram por porcentagem, os gateways cobram por número de transações.

Exemplos de Gateways: VINDI, CobreBem, UolPagamentos.

SUBADQUIRENTES

O SubAdquirente é o intermediador de pagamentos. Ele está no meio entre Adquirentes, Clientes e Lojistas. Muito utilizado por pequenos comerciantes, já que não exigem grande complexidade de integração nas lojas, os subadquirentes custam menos na implantação e custam mais nas cobranças. Em média, o serviço cobrado pelos subaquirentes giram em torno de 5% a 7% sobre as vendas no Brasil.

FLUXOGRAMA DO PROCESSO

CLIENTE ==> LOJA ==> SUBADQUIRENTES ==> ADQUIRENTES ==> BANCO EMISSORES/BANDEIRAS

Os serviços oferecidos pelo subadquirentes incluem a transação e antifraude. A grande diferença entre gateways é administração das vendas, onde o dinheiro tem como destino, os próprios subadquirentes, que repassa ao lojista o valor líquido, descontada a taxa de administração. Por isso é comum serem chamados no mercado de “intermediadores”.

Exemplos de SubAquirentes: Square, PagSeguro, Paypal.

A grande mensagem da VINDI é que cada negócio depende de fatores específicos para se decidir sobre qual modalidade usar nos exemplos acima. Para uma agilidade maior: SubAdquirentes, para maior profissionalismo: Gateways e Adquirentes. São diversos fatores que podem influenciar na escolha do meio. O importante é saber qual a real necessidade e propósito do lojista e projeto.

Boa Sorte!

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